sábado, 30 de maio de 2009

Uma barra

Encontro!

Desencontro...

Reencontro?

Desencanto.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Milhas e milhas antes de dormir


Duas horas da manhã e uma insônia amiga me mantém acordada. Um anjinho sopra no ouvido: liga o computador, liga o computador... E eis que no primeiro site de notícias, PÁ, promoção de milhas na TAM! Ah, vá, é um sinal ou não é?
Da boa notícia para o aeroporto foi um pulo. E das minhas preciosas 7 mil milhas para um trecho honesto rumo a FLIP, um duplo mortal carpado!
Balanço do dia:
Destino = ok
Passagem de ida = ok

(fogos, muitos fogos!)

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A pergunta que não calará jamais:
Por que, TAM, por quê?
Caso você não tenha em mãos o seu cartão fidelidade, assinatura eletrônica e não possua a sua senha de 4 dígitos do TAM fidelidade, ah, nenhum problema: passagem emitida, taxa de embarque de praxe paga no débito, tranquilo.
Porém, "aaahh, porém", caso você esteja com cartão, assinatura eletrônica, CPF e o escambau, e ainda possua a sua senha de 4 dígitos do TAM fidelidade, aí, querida, volta pra casa e compra a passagem pelo site, ou será cobrada um taxa de R$40,00 no balcão da loja da TAM.

Quando eu digo que esse papo de tecnologia, modernidade, globalização, nanana, traz uns nós de marinheiro pra nossa vida... hum hum.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Eu vou pra Maracangalha, eu vooouu...


É incrivel como eu e Renatinha não nos aguentamos sem programar uma viagenzinha qualquer. É chegar de uma e agendar a outra, não importa o intervalo de tempo entre as duas, mas a próxima tem sempre que existir em vista.
Colocamos na cabeça que tínhamos que sair de Belém no feriado de Corpus Chrysti, nem que fosse aqui pelo interior: Marudá, alguma dessas Fazendas do sucesso, algo pelo Marajó, algum lugar com cachoeira, enfim. Nosso problema é essa mania terrível e desprovida de finanças de sonhar alto e aí, já viu: toma-lhe www.voegol.com.br e www.tam.com.br
Aí, a gente começa a achar uns trechinhos honestos, tipo São Luís, Fortaleza, essas coisas aqui pelas vizinhanças. É nessa hora que vem o mal da comparação:
- Cara, se é pra pagar quase quinhentos reais por alguns diaszinhos de nada em Fortaleza, melhor juntar uns duzentos a mais e ir pro Rio, não achas? E o que fazer em São Luís, não é o Maranhão que tá debaixo d´água?
Pronto. É o que basta para nossos sonhos alçarem vôos altíssimos, no Fantástico Mundo das Milionárias que Nunca Fomos.
- Pô, mas e se a gente guardar uma grana e viajar em Novembro, tipo Chile e Argentina. Ou tipo Venezuela, Peru e Colômbia. Será que sai muuuito caro ir pra Cuba? Pô, e pegar uma prainha no Caribe ia ser sussa néam?
O pior, ou melhor, sei lá, é que nada disso é descartado. Mas começamos a achar que novembro era, assim, um mês meio distante, e já que abandonaríamos a idéia de feriado de junho, quem sabe ali por julho não rolasse alguma coisa boa...
Putz, tem a FLIP! 01 a 05 de julho, Parati, livros, Chico Buarque, f...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Salve Jorge

"Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal."

Taí! Se tem um Santo por quem eu tenho a maior simpatia, assim de graça, é São Jorge.
Ah, ele tem uma cara boa, passa longe da placidez dos outros santos, empunha a espada e o escudo e vai à luta!
Pode ser também por causa da música do Caetano, Lua de São Jorge, que gosto muito desde pequenininha, sem motivos aparentes e apesar de não conseguir assobiar naquela parte instrumental.
Pode ser uma consequência óbvia de quem gosta de Jorge Ben que tanto exalta o santo xará.
O fato é que eu super vou com a cara de São Jorge.
No meu quarto novo ele ganhou um lugar todo especial, bem ao lado do Cristo Redentor, pra se sentir mais em casa. Ouvi dizer que tem um quê de carioca.
Hoje, dia 23 de abril é dia de São Jorge, o Santo da cara boa. Acho que acenderei um velinha equanto canto Lua de São Jorge ou uma qualquer de Jorge Ben, não custa nada, né?

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O Salvador.

"Cada músico tem uma maneira própria de construir sua carreira. Conto aqui como é a minha, explicando, no particular, o universo da minha profissão".

Infinito Ao Meu Redor salvou minha semana.
Marisa Monte é maravilhosa e ponto final.
A realização das pessoas que trabalham com música sempre me emociona e o DVD da Marisa é a materialização dessa emoção.
O show é lindo demais e eu sinto muita pena de ter assistido tão de longe com binóculos comprados na 25 de março que só serviam mesmo se fechasse um dos olhos... Mas tudo bem, eu estava lá quando ela teve um branco e esqueceu a letra do samba da Adriana Calcanhoto (e o erro torna o show único, palavras de Marisa).
A Adriana Calcanhoto também estava lá, mas bem mais na frente do que eu, sem binóculos, claro!
O documentário é uma delícia: a composição das músicas, a apresentação pra imprensa, a rotina das turnês, o contato com os fãs, a constatação do tempo de estrada, tudo muito bem narrado por ela. Enfim, me deleitei no DVD e sou ainda mais fã da música, da arte, do profissionalismo e da aura boa da Marisa.
Vou comprar. A espertinha da locadora só me dispõe do disco com o Documentário, nada do show. Vou comprar!

Os filmes companheiros da semana não agradaram. Desafinados só vale pelas músicas e pelo Santoro, mas aí não precisava do filme (fora o fato de que um velhinho engole o Selton Mello, por que Senhor?). Romance, apesar do Wagner Moura, não tem nada demais. Rocknrolla é a cara do Guy Ritchie, mas de todos os que eu já, o pior. Medos privados em lugares públicos não prendeu minha atenção, mal serviu pra treinar o francês. Antes que o diabo saiba você está morto foi o melhorzinho, mas ainda não serviu pra ser o salvador.

Salve a Marisa Monte. Salve Infinito ao Meu Redor.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

As férias do Horácio

É como naquele joguinho de dicas: nunca pude imaginar a palavra férias sem associar às palavras avião, praia, amigos, madrugada, shows, barzinhos etc e tal.
Dessa vez é diferente, 15 dias de férias em casa. Nada de bebericadas, nada de farrinhas e um bando de restrições alimentares. E, principalmente: nada de muito entusiasmo com os bracinhos!
Encher a cara de filmes e livros, e depender bastante dos meus companheiros de “confinamento”, já que serão férias de braços curtos em diversos sentidos.
Na bagagem: “Leite Derramado”, livro novo do Chico, presentinho especialmente para as férias do Horácio, que já treinou na horizontal apóia-lo e folheá-lo com seus bracinhos limitados. “Non-Stop”, da Martha Medeiros, para quando o sono só permitir uma crônica ao invés de um capítulo. E “Tudo o que você não soube”, da Fernanda Young, que é preciso terminar!
Tem também uma apostila de Concurso que, pelos meus cálculos, se conseguir ler 30 páginas por dia, terei terminado na véspera da prova que é no mês que vem.
Uma sacolinha de filmes para o primeiro final de semana: Antes que o diabo saiba você está morto; Medos privados em lugares públicos; Romance; Desafinados; Antes do Amanhecer; e RocknRolla.
Entre um filme e outro: Infinito ao Meu Redor (Marisa); Vagabundo Ao Vivo (Ney Mato Grosso e Pedro Luis e a Parede); e Carioca (Chico de novo).
Vamo lá!

A Anestesia (l´anesthésie)

Adoro histórias sobre anestesia!
Pode experimentar puxar o assunto numa mesa de bar e lá vem os causos mais bizarros: já ouvi quem tenha pegado a última palavra dita pelo médico e entoado uma daqueles axés de 1996/97 no maior desprendimento, já ouvi quem tenha conversado sobre o problema da educação no Brasil, já ouvi quem tenha pedido pão com ovo.
E nada de me vir uma gastritezinha pra eu ganhar uma endoscopia e curtir a tal liga da anestesia...
Mãããs, chegou meu dia! Finalmente experimentei a danada.
Chego no aparatamento do hospital crente que tinha passado incólume quando vem a médica e me conta que falei em FRANCÊS no meio da cirurgia.
CO-MO AS-SIM?
Será possivel que o meu subconSciente saiba francês? Porque juro que o consciente é semi-analfabeto.
O fato é que toquinha na cabeça + camisola de hospital + anestesia = pérola aos médicos: "Je suis celibataire!".
Rsrsrsrsrsrs.
Oh, mon dieu, quelle honte!!
(Vou perguntar ao subconsciente se a frase tá correta porque pff...)

segunda-feira, 30 de março de 2009

Dias plenos

Volto pra casa ridiculamente feliz quando tenho a sensação de ter conseguido viver exatamente aquilo que queria e precisava ser vivido naquele dia. É muito bom!

Não que eu saiba, a cada dia, o que eu quero e preciso viver... longe de mim! Nunca sei! Mas quando calha de acertar, nossa! Ao fim desse dia sou quase chata de tão efusiva: pulo, quero abraçar as pessoas, não respiro pra falar, essas coisas.

Lembro de ter me sentido assim quando saí do show do Chico, e depois do da Betânia e depois do último do Los Hermanos, óbvio. Mas também tive essa sensação depois de uma pernada de 14km de uma trilha em Goiás, na apresentação de Ouro Preto aos meus pais, na carona de um caminhão na volta do Hopi Hari, numa saga de 12hs de carnaval de rua no Rio de Janeiro.

E tenho que explicar, para que não pensem que sou de rara felicidade, que esse embasbacamento diante da vida ao fim do dia não me vem não só de grandes feitos, de jeito nenhum!

Pode vir de um bate-papo sobre grandes novidades de amigos distantes, pode vir de uma chinelagem pelos cafundós da cidade, pode vir de uma marchinha de carnaval entoada fora de época e de contexto, pode vir de uma crítica dolorida e transformadora, pode vir da discussão etílica sobre o sexo dos anjos às 6 da manhã em lugar qualquer, enfim!

A verdade é que tenho sido muito injusta nessa fase comprida de reclamar de tudo, uma fase de "ode à rabujice"! Imagina que mesmo com todo o bico do mundo, têm me vindo um monte de dias assim e eu mal os vinha percebendo... quanta bobagem!

Para ter uma idéia (para EU ter essa idéia!) só essas últimas semanas me veio uma lista honesta de dias desses:
1 - quando corri pro aeroporto depois de decidir em dois tempos trocar a passagem frustrada do RJ pro Carnaval para SP pro RadioHead;
2- quando me diverti sozinha bolando presentinho de despedida pra amiga;
3 - quando tive uma conversa franca e necessária, de horas, com o chefe e voltei pra casa com uns tantos quilos a menos;
4 - quando começei uma reforma no meu quarto e planejei outra em mim;
5 - quando me dei conta que meus amigos confiam a mim os seus amigos que se tornam meus também;
6 - quando eu loto uma fila de cinema de companheiras de crise no amor e saem todas de lá mais surtadas ainda;
7 - quando eu carreguei uma penca de gente pra quadra de uma escola de samba no Jurunas e saiu todo mundo de lá sabendo exatamente o que é essa sensação que deu origem a esse post!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Sobre a arte de espichar famílias.


Tenho uma família absurdamente família.
Chamar alguns dos meus tios de "tios" soaria até pejorativo, pois a palavra remete sempre àquela figura distante que aperta as suas bochechas algumas vezes no ano enquanto solta no vento aquele velho "oh, como você cresceu!".

Os meus não são desses. São meus amigos. Ora são meus fofoqueiros preferidos, ora meus hóspedes, ora anfitriões, ora meus pais/mães, ora irmãos caçulas, ora meus melhores companheiros de baladas e carnavais.

Acho o máximo a quantidade de vezes que eles se telefonam, é assunto que não acaba nunca. Me faz lembrar eu mesma com aquelas amigas de colégio, entre os 13 e os 14 anos. Espero ter afinidade e cumplicidade assim com minha irmã num futuro grisalho, porque ultimamente a convivência e os assuntos andam meio rarefeitos.

Claro que nem tudo são flores e que estou à milhas e milhas de ser uma filha, irmã, sobrinha etc ideal. Jamais diria a quem fosse que não são complexas essas relações, mas juro que me esforço para engolir sapos que se não digeridos transformariam-se em estupidez, e juro ainda mais forte que me penitencio muito quando não consigo segurar uma grosseria, ou quando meu mau-humor não me permite sorrir e bater um papo, por exemplo. Almejo melhorar...
Enfim, o fato é que adoro ter esse núcleo familiar meio espichado, que não se restringe à pai-mãe-filhos, sabe?

E se tem algo que reparo mesmo nos outros, é a relação que têm com a família.
Já tive até uma semi-paixonite por um carinha só porque ele tratava a mãe como a Rainha Elizabeth... não que ele não lembrasse um descendente da realeza inglesa, mas isso são outros quinhentos.

Morro de preocupação com os amigos cuja família não é lá muito estruturada, meus ombros serão sempre deles (e aos que quiserem, minha família também). E me desenfreio de dar conselhos àqueles que ultrapassam o que considero um limite digno de respeito aos pais.
Por outro lado, me vem a maior alegria do mundo quando reconheço na família dos amigos, algo da minha. Ganham, de pronto, meu sorriso mais largo e minha maior estima. E já arregaço às mangas pra espichar também o núcleo da amizade.

Não sei ao certo o que me fez parar pra pensar nisso tudo.
Talvez tenha sido porque um amigo do peito perdeu o pai (do peito, também). Naquele momento acre, fez-se doce a presença de tantos amigos que não estavam lá só para acalantar o filho, mas para se despedir do pai que era amigo também. Não estavam lá a oferecer pêsames, mas abraçavam-se pela mesma saudade, pois também perdiam um dos seus.
Ou talvez tenha sido porque outra amiga do peito fazia as malas pra ganhar o mundo e vi nos olhos da mãe dela os da minha: aquele olhar que nos vê de fraldas e carrega exatamente o mesmo tanto de orgulho e de tristeza por termos crescido. Um script de preocupações bobas (já tinha escutado todas!) que se atropelavam só para postergar o silêncio da despedida ou pra impedir que nos peçam para ficar.

Na verdade não importa muito o porquê, mas já que o pensamento me veio, que ele me fique como âncora, e que me venha à tona a cada iminente grosseria ou mau-humor imperdoáveis com esses sereszinhos ultra-especiais que eu amo e cujo sangue eu compartilho.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Crise de identidade

- Alô, é a Máira?
- Oi. Er... É Maíra. Bom dia.
- Oi Maíra, aqui é Fulana. Queria conversar com você sobre o processo tal. Pode ser?
- Claro! Vamo lá!
- Então, Maiara, a questão é que o prazo (blá blá blá)...
- Er... É Maíra. Mas enfim, não se preocupe quanto ao prazo, pois (blá blá blá)...
- Ah, então tá tudo bem, Marília. Qualquer coisa volto a entrar em contato.
- É MA-Í-RA. E fique a vontade, qualquer coisa pode voltar a ligar.
- Obrigada, Maria, ops, perdão, Marina, tenha um bom dia.
- Grrrrrr...

Gente, como assim? Não consigo entender essa dificuldade, juro que não consigo!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

"Eu não nasci de óculos, eu não era assim!"


Óculos nunca interfere seriamente na vida de alguém que possa usar lentes. Não é o meu caso, já testo a 4ª marca e todas me trouxeram algum problema. A última marca testada deixa meus olhos (eu falaria bagos se não fosse tão criticada por isso) doloridos e avermelhados por semanas. Não é fácil!

Monta o cenário: a pessoa no show da Madonna, cai uma chuva torrencial logo após rasgar a sua linda capa de R$4,00, imbuida de um otimismo vindo sabe-se lá de onde de que não mais choveria... o moleton emprestado do amigo, que no inicio quebrou o galho, agora pesa 2 toneladas, encharcado... câimbra, muita câimbra nos braços, depois de 30 minutos de show segurando (tipo cabaninha pros óculos, saca?) o capuz do moleton-camarada que até então salvava as lentes dos respingos... desisto, ao final de cada música, visão turva e lentes ensopadas, procuro um pedaço de roupa seca para enxugar a porcaria dos óculos. Madonna numa ginástica lá em cima, eu noutra ginástica lá embaixo. Cada um no seu quadrado!

Meu reino por um pára-brisas de óculos!

Cena 2: a pessoa, cansada de sua cara quatro olhos, sai pra baladinha semi-cega. Cheia de sombra, lápis, rímel, mas sem enxergar muita coisa. Cinco kiwiroskas depois, acha que precisa retomar o controle da situação e põe os óculos pra pegar o taxi e voltar pra casa. No meio de uma soneca, ouve algo caindo de si, acha que é sonho, e fica por isso mesmo. Dia seguinte: CADÊ OS MEUS ÓCULOS??? E ainda sob o efeitos do kiwi, a criatura quer ligar para os óculos para descobrir onde estão, que tal??

Meu outro reino por um óculos com chip!

Um pequeno afago neste blog abandonado.

Um milhão de preguiças depois, retorno! É sempre assim, e assim é que é bom... era só o que faltava ter compromisso com isso aqui!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Quem, afinal, merece o Z?

Há algumas palavras da nossa queridíssima língua Portuguesa que, por ser tão importante aquilo que elas representam, merecem letra maiúscula.
Pensando cá com meus botões, me dei conta da injustiça causada por esta regra em alguns casos.
Por exemplo: existe a "zona"*, que acredito que todos saibam bem o que é e por não lhe darem importância alguma, ao menos oficialmente, atribuem-lhe esse zêzinho, assim, bem minúsculo. E existe a "Zona"(Eleitoral)**, assim com o Zêzão, todo maiúsculo e pomposo só porque é frenquetada por Juízes, Políticos, Advogados...
Huuummm... será que não era hora de aproveitar essas mudanças nas regras do português para repensar quem, afinal, merece a letra maiúscula???
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*Ruas em que se acha estabelecido o meretrício.
** Região geograficamente delimitada dentro de um estado, gerenciada pelo cartório eleitoral, que centraliza e coordena os eleitores ali domiciliados. Pode ser composta por mais de um município, ou por parte de um município. Normalmente segue a divisão de comarcas da Justiça Estadual.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Super Night Shot


Uma guerra contra o anonimato. Um herói. A busca de uma co-estrela. Uma locação ideal. E o final feliz.
É muito difícil traduzir em texto a experiência do Super Night Shot, verdadeiro deslumbramento de arte visual!
Muito talento, humor, improviso e jogo de cintura pra conseguir tirar da rotina e do anonimato, por alguns minutinhos cronometrados, as pessoas que cruzam os seus caminhos e transformá-las em estrelas (ou figurantes, coadjuvantes etc.) de um filme que será exibido 1 hora depois.
A missão não é simplesmente fazer um filme em 1 hora. O herói precisa mudar o mundo, ainda que seja o mundo apenas de uma pessoa - o felizardo(?) que cruzou com o herói na primeira esquina - e conseguir o final feliz, num beijo hollywoodiano com uma co-estrela eleita aleatoriamente entre os transeuntes no cenário mais lindo do quarteirão-limite pra gravação do filme!
E como é que se conta essa história? Aí é que mora o meu deslumbramento: 1 hora após o início das filmagens o filme é exibido em quatro telas justapostas, com as imagens das quatro câmeras simultâneas, com mixagem e edição tudo ali na hora, pá, ao vivo!
Enfim, sabia bem que não ia conseguir traduzir a experiência de assistir esse showzaço de vídeo-performance, essa forma de narrativa maluca e genial, mas era preciso tentar. Afinal de contas, como diz o grupo de recrutas brasileiros: "Porque sem o banal, nada seria extraordinário!"



Mais informações:

www.britishcouncil.org/br/release-super-night-shot.doc

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Gabo para o Dia dos Namorados!

"Na distância anónima avistaram-se.
A rua vazia abriu-se para que dois estranhos trocassem o olhar. Entre eles havia o espaço de uma vida.
Entre eles ficara a saudade e a promessa de um beijo.
Fixados um no outro. Sem palavras. Atravessaram a multidão informe de corpos semi-quentes.
Sem porquê não se anularam.
Num pestanejar breve entre sístoles e diástoles finalmente caminharam juntos.
Que importava a dobra do universo?
As voltas cansadas da fita de Möebius?
Afinal não havia saída. Pertenciam-se.
Eram um para o outro tudo o que fazia sentido."
(O Amor nos Tempos do Cólera, Gabriel Garcia Marquez).
Presentão do dia dos namorados que me dou pela segunda vez.
Juro que dessa vez não empresto pra ninguém!
Egoísticamente meu!

terça-feira, 10 de junho de 2008

Bateu saudade, diletos...

Há um ano atrás eu me descabelava, mochila nas costas, rumo ao Rio de Janeiro.

Roendo as unhas, olhos marejados, ingressos há um mês comprados, atônita, para assistir ao show de despedida dos diletos do meu coração na Fundição Progresso.

Era eu uma das 15 mil pessoas que lá apareceram para deixar bem claro, caso eles não tivessem entendido, que não queria-se aquele adeus, que não engoliria-se fácil aquele papo de "recesso por tempo indeterminado". Mais explicado impossível, pois mesmo em caso de vista grossa, gritou-se muito, mas muito alto, pra ninguém dizer que não ouviu.

Não, não adiantava a voz mansa do Camelo, solenemente vestido para uma festa de despedida, a dizer que todo carnaval tem seu fim. E nem mesmo o Amarante fazer as dançinhas mais bonitinhas do mundo.

O show foi tão tudo, que à época sequer me atrevi a (d)escrever. Não dá. Só pra quem tava lá!

Ainda bem que aquilo tudo se passou no Rio, porque só mesmo o Rio pra possibilitar a catarse. Saí da Lapa e nem sofri. Era o Rio, foi proposital, com certeza!

E a despedida hoje faz aniversário. E a saudade bate na porta. Alguém responde?

Esperança, a última que morre. E no fim das contas, nem morre!



EM HIATO HÁ UM ANO, LOS HERMANOS DÃO PISTAS DE QUE PODEM VOLTAR

Cantor e compositor Marcelo Camelo prepara primeiro disco solo para agosto/setembro.Integrantes não descartam retorno, mas ainda fazem mistério em torno do assunto.
Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

Mais em:

quarta-feira, 4 de junho de 2008

"Faz tempo que a gente cultiva a mais linda roseira que há, mas eis que chega a roda viva e carrega a roseira pra lá..."

"Tu + Eu = dominar o mundo em breve."

Foi o último recado que a Ana Amélia deixou no meu orkut.

A gente não tinha muita noção de como íamos fazer isso, mas eu confiava nela e sabia que ia dar um jeito. Nosso ponto de partida nesse WAR que eu ansiava era a América Latina, em dezembro, quando eu ia segurar a mão dela no show da Tia Madonna em Buenos Aires.

Nossas mães, comadres que só elas, contavam histórias de viagens que fizeram na juventude, e nós, com nossa fértil imaginação sobre as histórias impublicáveis das comadres, queríamos repetir o feito e, porque não, ir além!

A Ana dizia que a gente ia "encriquilhar" juntas, assim como elas (com todo respeito às nossas senhoras!) e que isso ia ser muito legal. E como poderia não ser??

Falei pra ela que ia fazer um contrato pra gente assinar. "Que contrato que nada, Maíra. Cospe aí na tua mão, eu cuspo aqui na minha, a gente finge que aperta as mãos e pronto." Eu adorei a idéia e topei na hora.

Mas Ana Amélia me pregou uma peça e foi embora... Nós não encriquilharemos (mas eu levarei esse verbo comigo pra sempre!) juntas e esse mundo já nem é tão atraente assim pra se querer dominá-lo.

Ela tem muita sorte de ser tão adorável que eu prometo me chatear só um pouquinho de levar o jogo sozinha. E me arrepender só um pouquinho por deixar pra semana que vem o post que nós escreveríamos juntas. E prometo também ficar só um pouquinho triste por ter tido uns 20 anos pra aproveitar a Ana e sentir que só aproveitei mesmo, daquele jeito que de se lambuzar, apenas 1.

Desse ano:

guardo a mágica daquele momento que nos fez estreitar os laços e apertá-lo como se fosse nó;

guardo a surpresa da Ana com a minha palavra de levá-la pra passear assim que chegasse em Belém;

guardo a grata descoberta das afinidades;

guardo os apelidos de cada dia e as infindáveis tentativas de criar um jeito só dela de rir no msn;

guardo as consultas amorosas, profissionais, musicais, literárias e metafísicas que fazíamos uma à outra;

guardo os trezentos percursos Ipanema-Copacabana/Copacabana-Ipanema que fiz ela fazer esbaforida, blasfemando e pedindo pelo frio e pela poluição de SP;

guardo todos os recados que eu mandei ela dar ao Amarante nos shows da Orquestra que ela foi e eu não fui;

guardo a maratona de teatro no Satyrianas que começou às 8 da noite e foi até às 6 da manhã;
guardo o humor dos meus sonhos;
guardo meu Círio em São Paulo com pastel de feira e caldo de cana;

guardo o título de ser sua talismã para conseguir homens bonitos;

guardo o sorriso mais gigante desse mundo;

guardo o Reveillon que eu passei sem enxegar porque a Ana Amélia perdeu as minhas lentes;

guardo as caretas mais fotogências que se pode imaginar;

guardo os litros de cafeína engolidos na Avenida Paulista;

e guardo tantas, mas tantas outras coisas que começo a repensar se foi só mesmo aquele cadinho de tempo que eu aproveitei a Ana Amélia.

A nossa sorte - nós que ficamos para jogar esse jogo sem a Ana - é que ela era mesmo muito intensa e espalhou nesses 28 anos um bocado dessas historinhas ímpares entre os sortudos que a tiveram por perto. E nada disso vai diminuir a nossa saudade, quanto a isso nem ouso eufemismos.

Fico com a lição da Ana que me mostrou, na letra do nosso querido padastro, que outro caminho não há, pois eis que chega a Roda Viva e...


Roda Viva (Chico Buarque)
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu...
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá ...
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...
A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a roseira prá lá...
Roda mundo, roda gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração...
A roda da saia mulata
Não quer mais rodar não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou...
A gente toma a iniciativa
Viola na rua a cantar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega a viola prá lá...

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Saudades da minha voz...

Tenho uma rouquidão que já já estará fazendo aniversário de dois meses.
A da vez - é, porque tenho um vasto histórico de rouquidões - teve início antes da Semana Santa, num dia em que alguém teve a infeliz idéia de ter uma D.R. sobre o mundo, discutir o sexo dos anjos e de toda a humanidade, ao lado de uma caixa de som de uma banda de pop rock (com sósia do Paulo Ricardo e tudo!). Affe!
Fiz de tudo! Calar por um dia inteiro, dormir mais, cantar menos, não beber gelado, tomar própolis puro (a coisa mais amarga deste universo inteiro!) etc e tal.
Nada da voz voltar...
Eliminando todos os métodos alternativos, não restou outra alternativa senão marcar a consulta com um Otorrinolaringologista, palavra que adoro falar, mas que acabo de descobrir que escrever não é tão legal assim.
Enfim, já não dava mais para acordar Ana Carolina e no decorrer do dia me transformar na Miss Ceará. Era isso, ou me matricular num curso de libras!
Sei lá, eu só queria a voz da Maíra de volta!
Marcada a consulta, lá vai a rouca no otorrinolaringologista (que saudadede de falar!).
Entre fanhos e línguas presas, tipos de gente que me causa sensações das mais esdrúxulas, tipo fobia mesmo (ah, vai me dizer que não tem problemas com gago, anão, vesgo...), lá estava, crente que ia sair pela porta giratória rumo à rua com sua voz de volta, assim, tipo mágica.
Não só saio ainda rouca, mas também com uma ruga na testa só de pensar que vão enfiar uma câmera pelo meu nariz (ainda bem que algum antepassado negro fez com que ele não fosse assim apertadinho!) e filmar as minhas prega vocais em DVD!!!
É, tenho que levar um DVD + R, segundo a atendente da minha otorrinolaringologista, palavra que gostava (no passado!) de falar e que já venho criando uma certa antipatia.
É o que me aguarda: uma tal de Video-Endoscopia-Sinu-Nasal, outra dessas palavrinhas trava- língua que meus amigos fanhos e línguas presas devem fazer milhares de sessões de Fono pra conseguir pronunciar.

sábado, 12 de abril de 2008

"Será que ela vai continuar uma tradição? Será que ela vai modificar uma geração? Lá vem ela..." (Miss Brasil 2000-Rita Lee)


E por incrivel que pareça a noite anterior terminou com uma conversa sobre o Miss Barsil. É isso mesmo, você não leu errado!
Sabe como é...esses papos que surgem a gente não sabe de onde e nem entende o porquê, mas simplesmente surgem, não adianta negar e mentir depois dizendo que jamais perderia um minuto da vida falando sobre isso... enfim!
A verdade é que Srta. Camacho, amiga do peito apesar de membro da comunidade do Miss Brasil no orkut (falo mesmo!), ensinou-me até umas siglas. A Miss Pará, me explicava Srta. Camacho, tem tudo para ser MB (Miss Brasil), mas não adianta, não tem cara de MU (Miss Universo), e de que adianta ser MB se não for para ser MU????
Pior é que o assunto rendeu: beleza natural, plásticas, cores, rumores etc e tal. Hahahaha
No fim das contas, às duas da manhã ficou combinado o programa de domingo à noite. Nos reuniremos para assistir ao desfile, será o nosso Rainha das Rainhas Parte II, a MISSão!
Empolgado com a programação dominical, Sr. Malato, novo íntimo da Srta. Camacho e amigo incrível, apesar de exímio comentarista de Concursos de Miss, repassou-me um imperdível Raio X das moçoilas candidatas à MB e quiçá à MU! (Elas que façam oficinas de compreensão e não se aborreçam, porque a encheção de saco vem junto com a faixa, faz parte!)

Raio X do Sr. Malato, com as minhas prometidas ressalvas:
(Para ler acompanhando as fotos das candidatas no www.missbrasiloficial.com.br)

Começa com a Miss Acre: Archenar e seu lindo nariz de Fiona.... a do Shreck.
Eu pintava até ela de verde no Photoshop, sei lá...

Em seguida Miss Alagoas, que passaria despercebida, não fosse seu nome ser Williana. Dizem as más línguas que sua mãe é fã do William Bonner.
Pior é que acho que a mãe passou os 9 meses olhando a foto do Bonner, dá uma olhadinha a mais pra vê se a menina não lembra o maridão da Fátima!

Kamila Campos é a candidata do Amapá. Marrom. E isso basta.
O que é marrom? Quem te ensinou esse negócio de marrom, menino? Affe!
Achei ela bonita. Adorei o tom!


A miss gabrielle costa do Amazonas tirou as fotos com o maiô visivelmente folgado de sua avó, que já o usava em 1930
Ela foi criada pela vó, cooooom certeza!

Miss Bahia, DanieLLe Valadão. Não tenho nem palavras.
Realmente, MB GLBT. Preencheu o formulário errado, sem dúvidas...

Vanessa Vidal do Ceará, seria linda se não fosse estrábica e falastrona ao tentar subestimar a inteligência dos telespectadores com seu olhar fatal. ela é vesga mesmo!
Despeito, Sr. Malato! A menina é linda e seu olhar tem lá seu quê de fatal! Isso é preconceito com sotaque, hein!

Ludmilla Bastos do DF. Ou seria Roberto? no further comments
Ooooolha o Beto no MB! Um orgulho, menino!

Francielem Riguete do espírito santo. Nem DEUS pra te salvar maninha...
Ééé... nãoposso falar!

A Miss Goiás é bem honesta. Fica fora da minha lista. Vai para o top 10
É bonita mesmo, mas deve curtir uma música sertaneja, argh!

Já a do maranhão, Roberta Tavares. Deve ser amigo do Roberto. Inclusive seu nome de guerra no concurso é uma alusão ao nome real do amigo. qual será seu nome verdadeiro!?
Aaah, não acho! Gostei. Outro tom que me agradou.

Flávia Piana do mato grosso vai pro top 10 ao contrário de sua vizinha de estado Tainara Terena do MG do sul. ela deve ser filha da pajé zeneide silva com a bruxa má da branca de neve. só isso explicaria seu nome E/OU fisionomias estranhas.
Pois pra mim as duas podem voltar de mãos dadas para seus Grossos Matos. Falei!

Marina Marques de MG está no topo do top 10 não mais no topo que nossa miss pará, e suas fotos a nível de 'princesas da disney'.
É, não vai ser fácil nããão pra conterrânea aí tirar o bi-campeonato do MG de MG...

E o que dizer de Kaionara Walleska, Miss Paraíba??? acho que não tenho palavras tb olha. Só sei que ela saiu do baila de formatura de um filme da sessão da tarde. pronto falei.
Ué! Mas não é a Janice (by Friends)? "Oooooh myyyy God!"

A miss paraná vai pro top. mas provavelmente permanecerá lá.
Ai, não sei, fiquei com um pouco de medo dela. Toca na parede!

Michelle Costa, Miss Pernambuco...vai pra cademiaaaaaaaa
Bom,quando o assunto é Pernambuco, sou suspeita!

Marinna Paiva, Miss Piauí engoliu uma rolha na hora do ensaio fotográfico.
alguém ajuda a menina pelamordedeus!!!
Marinna passou na mesma fila do peito que eu, tadinha. E achei sacanagem darem um susto nela na hora da foto. Golpe baixo...

Camila Hentzy, Miss Rio de Janeiro já estava no top 10 antes de eu nascer. graças a Deus!
"Cariocas são bonitos, cariocas são bacanas..."

Andressa Mello, Miss Rio Grande do Norte, tem 9 graus de miopia. "Mas nada nem ninguém vai me impedir de ganhar este concurso". Disse a candidata falando com um cabo de vassoura que se encontrava encostado no canto palco à guisa de microfone.
Hhahahahahahahhaha

Natália Anderle, A miss Rio Grande do Sul é a cara da menina do 'Exorcismo de Emily Rose'. Mas tudo bem...ela é do RS e tem um ótimo maquiador! Vai pro top 10!
Bonita pra caramba. Se foi o maquiador ou não, não sei, só sei que funcionou!

Máira Mallmann, a Miss Rondônia se não fosse seu penteado à lá Sandy Olsson, imortalizada no filme Grease pela (já foi tarde) Olivia Newton-John, estaria no top 5.
"Tell me more, tell me more...". Sr. Malato, tenho certeza que colocaste ela no top 10 porque gostas muito do filme. Não tem outra explicação!

Emmylie Cruz, a Miss Roraima não pode ser culpada por seus olhos apontarem um para cada lado. "Lá em Roraima agente (sic) frita o peixe de olho no gato". Declarou a que tudo vê Emmylie.
Não vi olhos estranhos na moçoila, e nem nada de bom nem de ruim. De onde é mesmo a... esqueci o nome dela.

Gabriela Pinho, Miss Santa Catarina poderia se encaixar melhor no papel de "Garota Enxaqueca", afinal de contas só de olhar pra testa dela já começar a me dar uma dorzinha acima dos olhos...ah uma sessão de acupuntura.
Ela tem cara de fuinha, e não outro adjetivo que melhor se encaixe: cara de fuinha! mas quem disse que fuinhas nãopodem ganhar o Miss Brasil?

Miss São Paulo está no top 10.
Agree.

Ao contrário de Kary Borges, a Miss Sergipe. Dizem que ela ficou tanto tempo na posição das fotos que até hoje se encontra nesta exata mesma posição. para todo o sempre.
Se alguém não souber o que significa a palavra "tesa", só dar uma olhadinha na Miss Sergipe. Relaaaaaaaaxa, chuchu!

Pra fechar com chave de ouro, Kelly Aquino, a Miss Tocantins se esqueceu que a idade limite pra se inscrever no concurso era 25 anos. E seu maiô enrrolou nos arredores de sua florzinha, causando-LHE extremo desconforto na hora dos cliques e evidenciando sua cirurgia prévia do períneo.
Que d-e-s-a-g-r-a-d-á-v-e-l!

É isso. que a sorte esteja com a bruna porque enfim...não tenho nem palavras. mas seu tivesse, elas seriam: Bruna pode não ser MU, mas já é MB!
pronto falei


E pra não perder a oportunidade da homenagem: SALVE RITA LEE!